Foto: Antônio Coquito
(*) Por Antônio Coquito
Se tudo que sai da boca do homem tem efeito. Na comunicação isto não e diferente. Esta condição cria uma realidade interativa, onde alguém emite e outro recebe. E assim, fortalecida pela conjuntura dos aparatos de influência (imagens, sons e palavras) sobre os comportamentos e atitudes, nasceu o papel do assessor de imprensa.
Entendendo sua função maior, o jornalista deve atentar para a interferência direta e indireta sobre a sociedade. E mais, ancorado no código de ética, compreender o construir da informação como atividade relevante deve exercitar sua contribuição para a cidadania e inclusão social.
Do contrário, a comunicação que se faz notícia, informa e forma consciências, em seu teor mais simples ou mais complexo pode ser tornar um desserviço à coletividade.