
(*) Por Antônio Coquito
Matéria publicada em diversos veículos, na ocasião eu fazia a assessoria de comunicação do Consea de Minas.
Com apoio do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável – Consea de Minas e entidades da área de educação, nutrição e saúde; a Assembléia Legislativa de Minas Gerais – ALMG promove, nos dias 06 e 07 de julho, o Fórum Técnico “Obesidade : desafios e perspectivas”.
Com apoio do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável – Consea de Minas e entidades da área de educação, nutrição e saúde; a Assembléia Legislativa de Minas Gerais – ALMG promove, nos dias 06 e 07 de julho, o Fórum Técnico “Obesidade : desafios e perspectivas”.
A discussão em torno da temática reúne gestores municipais, organizações da sociedade civil e profissionais. Estes, com o objetivo de, conhecendo a realidade de Minas Gerais, elaborararem propostas que subsidiem as políticas públicas para prevenção e redução da obesidade.
O encontro acontece no momento em que a Pesquisa de Orçamento Familiares 2002-2003, POF, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, comprova a tendência de sobrepeso e obesidade da população brasileira. Os dados mostram a convivência de informações sócio-comportamentais paradoxas. De um lado, há diminuição dos indicadores da desnutrição e, por outro lado, o aumento do excesso de peso.
Para José Divino Lopes Filho, nutricionista da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais e um dos palestrantes, o Fórum Técnico “vem abordar de maneira abrangente um tema atual e pertinente à segurança alimentar”. No que se refere a unir esforços da sociedade civil e governo, ele ressalta “ser impossível que uma política social seja realidade sem que a sociedade participe”.
Com apoio do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável – Consea de Minas e entidades da área de educação, nutrição e saúde; a Assembléia Legislativa de Minas Gerais – ALMG promove, nos dias 06 e 07 de julho, o Fórum Técnico “Obesidade : desafios e perspectivas”.
A discussão em torno da temática reúne gestores municipais, organizações da sociedade civil e profissionais. Estes, com o objetivo de, conhecendo a realidade de Minas Gerais, elaborararem propostas que subsidiem as políticas públicas para prevenção e redução da obesidade.
O encontro acontece no momento em que a Pesquisa de Orçamento Familiares 2002-2003, POF, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, comprova a tendência de sobrepeso e obesidade da população brasileira. Os dados mostram a convivência de informações sócio-comportamentais paradoxas. De um lado, há diminuição dos indicadores da desnutrição e, por outro lado, o aumento do excesso de peso.
Para José Divino Lopes Filho, nutricionista da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais e um dos palestrantes, o Fórum Técnico “vem abordar de maneira abrangente um tema atual e pertinente à segurança alimentar”. No que se refere a unir esforços da sociedade civil e governo, ele ressalta “ser impossível que uma política social seja realidade sem que a sociedade participe”.
Obesidade, o outro lado da insegurança alimentar
”Gordura não é sinal de saúde”. Quantas vezes já ouvimos esta frase? Estudiosos do assunto confirmam está afirmação. Para o médico, professor de endocrinologia, presidente da Federação Latino-Americana de Sociedade de Obesidade - Flaso e, também, um dos palestrantes do Fórum, Walmir Pereira Coutinho, “a obesidade é atualmente um dos mais graves problemas de saúde pública. Sua prevalência vem crescendo acentuadamente nas últimas décadas”. Neste sentido, Lopes Filho enfatiza que “a obesidade já é uma epidemia”.
Os dados do IBGE apontam um quadro que preocupa conselhos de políticas públicas, especialistas e gestores públicos. O desafio é produzir ações que promovam a prevenção e a reversão da situação que cresce. Lopes Filho exemplifica que iniciativas como a ”introdução de novos hábitos, a exigência para com os governos e setor produtivo de alimentos e ações e meios que viabilizem o estilo de vida saudável” são fundamentais.
O retrato da pesquisa
Os indicadores do IBGE fazem um alerta. Eles mostram que a alimentação do brasileiro é concentrada em base de carboidratos. Ou seja, 50% em cereais, leguminosas, raízes e tubérculos; seguido por 28% de alimentos calóricos como gordura animal, açúcar, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Em se tratando de produtos de origem animal como carnes, leite e derivados e ovos, o índice é de 18%. Agora, frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3%.
A POF, também, confirma que os adolescentes, de 10 a 19 anos estão mais “gordinhos”. Eles perfazem um percentual de 33,4%. Já nos adultos maiores de 20 anos, os números atingem 38 milhões de pessoas. E destes, cerca de dez milhões estão obesos.

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